Úlceras do Pé Diabético – Tratamento do Diabetes

A úlceras do pé diabético é crônica e sem dor, que se desenvolve devido a doenças vasculares, neurológicos e metabólicos em pacientes diabéticos.

pé diabético

As úlceras do pé diabético geralmente localizam-se na zona inferior do poio do segundo ou terceiro metatarso ou em qualquer outro ponto de pressão normal ou anormal, na parte inferior do pé.

Estas úlceras podem se complicar muito facilmente devido a infecções, abscessos ou osteíte e com freqüência envolvem amputação, se não forem tratadas adequadamente.

Diabetes

FISIOPATOLOGIA PÉ DIABÉTICO

Se o paciente não presta atenção aos seus pés as úlceras do pé diabético podem aparecer muito rapidamente.

As alterações neurológicas no pé diabético reduzem a capacidade da pele para gerar suor, deixando a pele seca, suscetível de fissuras e, portanto, com risco de infecção. A falta de sensibilidade, devido à neuropatia induzida e alterações na estrutura do pé diabético contribui para a formação de úlceras nos pontos de pressão excessiva.

INCIDÊNCIA / PREVALÊNCIA

Aproximadamente 15% dos diabéticos tem ou teve uma ferida em seus pés. O risco de amputação é de 15 a 20 vezes maior na população diabética do que na população geral. A amputação é a complicação mais cara financeiramente do diabetes.

Entre 5% e 10% das pessoas com diabetes, em algum momento, terá que submeter-se a uma amputação (dedo do pé / perna). Entre 30% e 50% dos casos, terá um risco de amputação contralateral dentro de 5 anos. A taxa de mortalidade é de 50% nos 5 anos após a amputação.

A magnitude deste problema humano e financeiro deve promover melhorias na atenção preventiva. Uma amputação representa o salário anual a tempo inteiro de 2 enfermeiros.

CARACTERÍSTICAS – PÉ DIABÉTICO

A úlcera do pé diabético adquire a forma de uma ferida com bordas queratinosas e bem definidos. O maior risco é a infecção. Geralmente indolor, o paciente pode não estar ciente de que a infecção está presente. A úlcera do pé fornece uma porta de entrada para a infecção, que pode ter consequências a longo prazo.

A ausência de infecção, mas a presença de baixa irrigação sanguínea pode dar lugar à formação de uma gangrena “seca” ou diabética, onde a falta de irrigação sanguínea faz com que o tecido afetado morra lentamente, se há doença oclusiva arterial periférica o risco de amputação é muito alto.

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